Os protagonistas da novela lembraram os tempos de infância.
Em entrevista ao Porta R7, os protagonistas da novela lembraram dos tempos de infância. Eles podem até ter crescido por fora, mas ainda preservam a alma de crianças. E alguns ainda ganham presentes dos pais!
Aliás, durante os ensaios para a série de shows que a banda fará pelo Brasil, os atores brincam como se voltassem a ser crianças.Confira no vídeo:
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Dia das Crianças: Lembrança da infância
Sempre existe aquela história de quando criança que nunca se esquece. Famosos contaram à Contigo! Online os momentos marcantes dessa fase tão divertida
Mateus Solano: "Tivoli Park, na Lagoa! Lembram? Era muito bom ter um parque de diversões tão bom e tão perto de casa!"
Caio Castro: “Minha melhor lembrança são as brincadeiras, esconde-esconde, pega-pega, os bonequinhos comandos em ação, jogava futebol com bolinha de meia, ia colocando uma meia dentro da outra até fica um bola. A infância é boa por isso, não precisava quase de nada pra está feliz e dar risada.”
Maria Pinna: “Descendo a ladeira de casa em Ilhabela, num dia de chuva com a rua cheia de sabão em pó, na tampa plástica do lixo junto com meu irmão menor Baepi. Muito engraçado e divertido! Adorava fazer isso!”
Chay Suede: “As melhores lembranças são de quando meu pai reunia os tios e primos para cantar e tocar juntos. Essas foram as primeiras músicas da minha vida”.
Di Ferrero: "Quando criança sonhava em ter uma banda, só para nunca mais precisar acordar cedo. Hoje vi que mesmo assim tem dias que nem dormir eu durmo.”
Rayana Carvalho: “Amava quando brincava em João Alfredo, interior de Pernambuco. Eu fazia trilhas com a família e amigos. Nós íamos pendurados numa Toyota. Era muito divertido. Outra lembrança gostosa da minha infância era quando eu jogava quadrado, brincadeira típica de Recife”.
Bruno Gissoni: “Tenho várias e boas lembranças da infância e muitas delas ao lado da minha Bisavó. Eu adorava subir nas árvores e brincar de polícia e ladrão em Itaipava na casa da minha dela”.
Miguel Rômulo: “Tinha 5 anos, acho eu, quando fui com meus pais ao aniversário de um amigo do meu pai lá no bairro do Méier.
Num dado momento, a festa bombando, com muitos convidados, resolvi dar uma de cantor e fazer um "skowzinho à parte" Subi na varanda da casa de onde se via quase todos os que estavam no quintal.
E a música, que agora não me recordo, que estava cantando, pedi para que diminuísse o som e fiquei fazendo o play back da mesma, cantando bem alto.
No final todos, sem exceção, aplaudiram muito.
O que eles não imaginavam, é que depois do meu "show", eu ia descer, e passaria o meu boné para que eles me pagassem.
Meu pai ria, junto com os amigos, e dizia: ‘Tinha que puxar ao pai mesmo!’
O legal é que ninguém deixou de me dar um dinheirinho, saindo de lá com uma boa graninha. Foi muito marcante”.
Mário Frias: “Tive uma infância dos sonhos! Passava férias no interior do Brasil com meu pai. Piloto agrícola viajava o ano todo e nas férias me levava a tira-colo. Tenho uma lembrança bonita do fim de tarde na famosa Lagoa dos Patos no Rio Grande. Outra de um dia chuvoso que passamos em Foz do Iguaçu com as cataratas muito irritadas.
E ainda de um puxão de orelha que levei por ter sumido durante mais de uma hora na margem de um rio em Porto Alegre tentando pescar! Tudo isso antes dos 10 anos! Devo a essas experiências tudo que sou como Pai e como Homem!”
Luiza Possi: “A melhor lembrança que eu tenho da minha infância foi uma viagem que eu fiz só com a minha mãe para San Andrés, na Colômbia. Foi a primeira vez que saí do Brasil – tinha uns 12 anos – e o lugar é lindo, cheio de cores. Visitei umas ilhas mais afastadas, dirigi carrinho de golfe pela cidade, saí para dançar e o hotel era dentro do mar, em cima de pontes elevadas. Foi uma viagem incrível”.
Julia Almeida: “Bem, é que são tantas lembranças boas. Mas o que me vem à cabeça agora rapidamente são as festas que minha mãe dava. Na verdade, ela ainda dá. Mas na cabeça de uma criança fica tudo mais mágico. Meus pais fizeram questão de fazer a gente acreditar piamente em coelhinho da páscoa, Papai Noel, fada do dente...essas coisas. Na páscoa, por exemplo, eu acordava junto com minhas primas Mariana e Luiza e corríamos pra sala de jantar e encontrávamos tudo revirado com alface e cenoura e uma trilha para acharmos os ovos. No Natal (até hoje) é mágico. Enfeites, luz, bonecos. E assim sempre foi com Halloween etc...tive uma infância festeira. E agradeço meus pais por isso”.
Fernanda Paes Leme: “Maior lembrança eram os domingos na casa do meu avô Carlos. Andava de carrinho de rolimã na ladeira, subia em árvore...passava o dia brincando na rua e no final ainda comia bolo de fubá da minha vó Terezinha!”
Alexandra Martins: "Tive uma infância deliciosa, fiz tudo que uma criança feliz merece fazer. Uma das lembranças mais gostosas é das férias passadas todos os anos na casa de campo dos meus avós em Petrópolis. Eu e minha irmã passávamos durantes muitos anos, os meses de janeiro e fevereiro com nossos avós, nos divertíamos muito e éramos muito mimadas e acarinhadas por aquelas coisas que só os avós sabem fazer tão bem. Fazíamos biscoitinhos caseiros em forma de bichinhos, comíamos jabuticaba no pé e a vovó deixava comer saquinho inteiro de confete. Colhíamos hortênsias no jardim e cada uma tinha sua jardineira para cuidar. Depois do jantar íamos pro jardim só pra sentir o cheiro da "dama da noite" florescendo. Inesquecível né?!".
Vavo, Guitarrista do Fresno: “Em uma tarde de dezembro de 1992 (eu tinha nove anos), fui com o meu pai e a minha vó conhecer o morro Santa Tereza, em Porto Alegre. Lá de cima, dá para ver o Beira-Rio, estádio do Inter, com uma visão privilegiada. Tiramos várias fotos lá. Nesse mesmo dia, à noite, eu e meu pai fomos ao estádio e vimos o Inter ser campeão da Copa do Brasil. Minha vó viria a falecer pouco tempo depois e essas fotos lá em cima do morro são as últimas que eu tenho com ela. Esse dia me marcou muito”.
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